EXPOSIÇÕES: FUSO 2016

Descrição do evento

O FUSO – Anual de Vídeo Arte Internacional já habituou o público às suas sessões ao ar livre, cimentando-se como um dos eventos incontornáveis do final de Verão para os interessados em video arte e arte contemporânea. Novamente a decorrer ao longo de uma semana em vários espaços de Lisboa, o evento traz este ano uma homenagem, por altura do seu 45º aniversário, ao Electronic Arts Intermix (EAI), uma das instituições de vídeo arte com maior prestígio mundial, com um arquivo de mais 3500 obras (desde 1960 até ao presente) incluindo artistas Bruce Nauman, Joan Jonas ou Muntadas. Esta homenagem é uma exposição com curadoria de Lori Zippay, directora do EAI, em colaboração com Irit Batsry, artista premiada dedicada à vídeo arte e instalações. As obras desta exposição são da autoria de Nam June Paik/Jude Yalkut/Charlotte Moorman, Shigeko Kubota, Muntadas, Carole Schneemann e Sondra Perry.

Como em anos interiores, o programa conta com a secção competitiva, com seleção de Jean-François Chougnet e apoiada pela Fundação EDP, onde as duas sessões irão decorrer, a 24 de Agosto, no edifício do antigo Museu da Eletricidade, agora Museu de Arte, Arquitectura e Tecnologia.  A open call do Fuso teve a submissão de 150 obras, tendo sido seleccionadas 23, algumas de artistas emergentes, mas todas reflectindo sobre o estado das imagens hoje, nas suas vertentes nómadas e poéticas.

As outras sessões, a decorrer em dose dupla, foram programadas, novamente, por nomes influentes da área.

O Jardim do Museu Nacional de Arte Contemporânea do Chiado recebe, dia 25, uma selecção de Vivian Ostrovsky, que inclui obras de Buster Keaton ou Peter Tscherkassky, à volta da tontura e a sua representação nas imagens em movimento e outra de Bruno Leitão, “A Redistribuição do Poder”.

No dia a seguir, 26, o MNAA acolhe as selecções de Miguel Von Hafe Pérez “Daquilo que fica do que não se vê, vendo” e de Daniela Arriado “Uma Viagem em Águas Salgadas”com cinco trabalhos de cinco artistas sobre as migrações e a identidade.

O Museu Arqueológico do Carmo será o espaço de dia 27, onde Lori Zippay mostrará as suas escolhas a partir do arquivo do EAI, incluindo apenas obras que foram editadas no instituto. Thierry Destriez apresenta as suas escolhas relativas ao desejo e à memória, que incluem obras de Jean Gabriel Périot ou João Leitão.

O último dia, 28 de Agosto, tem lugar nos Jardins do Museu da Marioneta. Encerrando o evento com a entrega de prémios, há no entanto antes uma sessão com selecção de Christine Van Assche, curadora do Centro Georges Pompidou, com obras de quatro nomes consagrados da imagem em movimento: Chris Marker & Alain Resnais, Anthony Ramos e Isaac Julien.

O Fuso decorre entre 23 em 28 de Agosto na Travessa da Ermida, no Museu de Arte, Arquitectura e Tecnologia, no Museu do Chiado, no Museu Nacional de Arte Antiga, no Museu Arqueológico do Carmo, no Museu da Marioneta e no Palácio Pombal.

Consulte a programação completa aqui.  

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