Muitos de nós tem os tradiccionais Bobbys que ora têm nome de cão ora têm nome de gente, ora são puros, ora são vadios, mas todos são estimados pelos seus donos.

Quem os tem - e eu tenho uma deliciosa Pukas - tem sempre alguns problemas de ordem comportamental e social que demoram algum tempo a resolver.


Mas eis quando tudo está perfeito e queremos passear o nosso animal que é a perfeição da educação (nâo morde, não ladra, não rouba, não suja) e queremos parar para um cafézito algures numa esplanada de pedra da calçada, não o podemos fazer com o nosso Bobby - PROIBIDO ESTAR NA ESPLANADA COM CÃES.

Opção prendê-lo perto, quando há sitio para tal, enquanto gozo a minha esplanadita, pois ele é um doce de educação.

Só que frequentemente oiço outro Bobby que ladra ferozmente por ter que estar preso e não estar perto do seu dono enquanto ele come na esplanada.

Para mim cão é cão e gente é gente e por isso é-me impensável pôr a minha deliciosa Pukas a jantar comigo à mesa ou a dormir na mesma cama que eu.

Mas não poder estar numa esplanada de rua, com pedras da calçada? Se não incomoda porque não pode estar? 

Se ladrar e estiver a passear pela mesa dos outros de acordo, convidem dono e seu cão a sair. Mas estando sossegadinha, debaixo das pernas do seu dono! Não entendo!

Se o problema é higiente o melhor seria deixarmos os sapatos à porta!

 

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Como os donos das esplanadas não têm coragem para convidar os donos a sair quando os seus cães aprontam, acham mais fácil proibir os cães de forma geral! Cobardes!

A Pukas é muito mais educada que muitos seres humanos.

É fácil e prático proibir. Proíbo e já está. Ainda por cima a proibição está sempre na 3ª pessoa (ela) e assim é fácil desculparmo-nos. Ela... a lei, diz e eu tenho de aplicar. "PEÇO DESCULPA, MAS A LEI NÃO ME PERMITE TER CÃES NA ESPLANADA".

É com esta frase que ficamos impotentes para protestar porque o dono só está a defender-se de uma multa.

Agora a questão que se põe é: porquê????????????

Sim, a minha cadela é muito bem educada e, apesar de eu não ser uma grande amante dce animais, tenho quye reconhecer que muitos animais sabem mais de etiqueta do que algumas pessoas.

Tenho pena que a lei da proibição seja sempre a forma mais fácil de organizar o nosso mundo.

Concordo, Ana. Também acho que o cão tem o seu lugar no mundo, e que esse lugar não é exactamente no nosso sofá ou na nossa cama. Mas daí até certas proibições... Na minha rua tenho um espaço verde (cheio de garrafas partidas, latas, o lixo habitual) que exibe umas placas a proibir os cães. Como sou daquelas que passeia o cão de saquinho atrás, ainda estou à espera do dia em que alguém venha dizer-me que não posso levar ali o cão!

Não sabia desta... Quase todos os fins de semana faço umas festinhas numa dálmata linda e muito sossegada que fica deitada debaixo da cadeira do dono na esplanada do café da minha rua. Acho que o meu cafézinho nem me sabia ao mesmo sem o bicho lá e eu nem gosto assim muito de cães.

Proibições no interior, tudo bem, mas ao ar livre? Como dizia o outro, "o ar é de todos"...

Eu até poderia estar de acordo com esta proibição, sendo que na minha rua tenho inúmeros vizinhos com cães. 

Mas os porcos, literalmente, porcos, são os donos, que nunca apanham os dejectos dos bichos.

 

Mas não estou, não se permitir um cão num local público, é o primeiro passo para que surjam proibições ainda mais disparatadas.

nem mais!

Felizmente na minha zona, são muito poucos os infractores.

Os meus pais têm um cão e sempre que vai à rua, levam o saco atrás.

 

Parece mais um mau exemplo do "por um pagam todos".

O ar deveria ser de todos, mas não é. Claro que os donos dos estabelecimentos devem ter o direito de excluir os "maus comportados". Mas ser a lei a obrigar à exclusão parece-me demais.

Mas claro que há os BONS estabelecimentos ou seja as boas pessoas que encerram os olhos à lei, e lá deixam o nosso animal estacionar debaixo de alguma cadeira.

Marina Soares disse:

Não sabia desta... Quase todos os fins de semana faço umas festinhas numa dálmata linda e muito sossegada que fica deitada debaixo da cadeira do dono na esplanada do café da minha rua. Acho que o meu cafézinho nem me sabia ao mesmo sem o bicho lá e eu nem gosto assim muito de cães.

Proibições no interior, tudo bem, mas ao ar livre? Como dizia o outro, "o ar é de todos"...

Infelizmente criam-se leis que apenas castigam os cumpridores.

Joana Schmidt Costa disse:

Felizmente na minha zona, são muito poucos os infractores.

Os meus pais têm um cão e sempre que vai à rua, levam o saco atrás.

 

Parece mais um mau exemplo do "por um pagam todos".

Olá Ana.

 

Cm a percebo...concordo com tudo o q disse!!

Tb tenho um Bobby (neste caso Boris) que n ladra, não morde, não rouba, não suja...só quer é dormir e mais bem educado do que muito adulto e criança e, realmente, há alguma dificuldade em levar animais pr esplanadas. Se não é a postura da gerência é a postura dos outros clientes, que olham pr nós como se tivessemos 5 olhos!!!

Nisso estamos a anos-luz do Norte da Europa.

 

Beijinho e umas festinhas pr a Pukas

 

Xana

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