Chegados a Yangon sem inconvenientes burocráticos, rapidamente apreendemos as duas maiores jóias da Birmânia (Myanmar): as pessoas inexcedivelmente simpáticas e os pagodes esplenderosamente dourados. Embora de diferentes dimensões, os pagodes Shwe Dagon e Sule fazem uma bela combinação.
Seguimos dali para o grande Lago Inle, numa região fresca de montanhas, dividindo o nosso tempo entre passeios de barco nas aldeias flutuantes de artesãos e agricultores, rotas relaxadas de bicicleta entre arrozais e templos, e trekking nas encostas altas do lago, ondem vivem tribos de diferentes etnias. Pernoitámos em casa de uma família na aldeia e rimos muito a conversar com o nosso guia e as pessoas que ele nos foi apresentando.
A próxima etapa foi Bagan, em cujas planícies a fazer lembrar o montado alentejano se dispersam centenas de templos misteriosos, melhor apreciados em visita de carruagem de cavalo e ao pôr-do-sol (do terraço, do rio ou de balão).
Já Kipling dizia que a Birmânia é diferente de algo que se tenha conhecido antes: os homens usam saias longas, a condução faz-se à direita com o volante...à direita, e as mulheres usam no rosto uma pasta branca chamada "tanaka" que é simultaneamente protecção contra o sol e símbolo de identidade nacional. Gostámos da gentileza com que fomos tratados e também de ver cartazes com o rosto de Aung Suu Kyi orgulhosamente exibidos em muitos hotéis e restaurantes. Este pode bem ser o início de uma nova era dourada para a Birmânia. Aproveite, enquanto ainda há poucos turistas!
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Luís Seco
E com pessoas lindas para fotografar!
24. Set, 2012
TravelTailors
Fotografar, conhecer e recordar! Abraço.
25. Set, 2012