Nova Iorque, o verdadeiro sonho americano. A cidade mais cosmopolita do mundo. Ali, há pessoas de todo o mundo, de todos os credos e raças. Quem é o verdadeiro nova-iorquino? Não se consegue definir. Esta cidade é um amontoado de gente, a maior diversidade cultural e à pergunta “quem são?” ou “o que fazem por cá?” haveria uma quantidade de respostas tão ampla como a diversidade cultural da cidade. Na verdade, são poucos os que vivem na tão palpitante cidade. Pouco se compararmos com a quantidade de pessoas que, diariamente, por ali passa. E digo diariamente, porque se pautasse o assunto para uma referência anual, chegaria a uma quantidade de zeros que não consigo decifrar. O mais interessante da diversidade cultural é toda a riqueza que isso poderá trazer para a cidade, para o país, e até para a própria humanidade.
E perco-me a pensar nos motivos pelos quais as pessoas estarão por ali. Uma viagem de negócios, férias, visitar a família. Uma mudança de vida. Um estilista que procura “sumo” para criar as suas coleções. Um apaixonado pela imagem que, tal como me acontece, procura aumentar o seu portfólio. Crio histórias na minha cabeça, histórias essas que têm um pouco do que conheço, do que quero conhecer, do que já vi e do que sonho alcançar. E perco-me! E ao perder-me acabo por me encontrar, e foi o que aconteceu quando via trabalhos de outros apaixonados pela fotografia, como eu. A paixão é comum, o mérito é todo de Alejandra Sierra Ladron de Guevara.
VIAGENS (lá fora): Nova Iorque e as suas gentes
por Cameraman Blue
18. Abr, 2013
E perco-me a pensar nos motivos pelos quais as pessoas estarão por ali. Uma viagem de negócios, férias, visitar a família. Uma mudança de vida. Um estilista que procura “sumo” para criar as suas coleções. Um apaixonado pela imagem que, tal como me acontece, procura aumentar o seu portfólio. Crio histórias na minha cabeça, histórias essas que têm um pouco do que conheço, do que quero conhecer, do que já vi e do que sonho alcançar. E perco-me! E ao perder-me acabo por me encontrar, e foi o que aconteceu quando via trabalhos de outros apaixonados pela fotografia, como eu. A paixão é comum, o mérito é todo de Alejandra Sierra Ladron de Guevara.