Florença é uma etapa perfeita do Renascimento, uma autêntica “cidade-museu” onde a arte se encontra no ar que ali respiramos. Os lugares e monumentos que a certificam é interminável: a Plaza Duomo, o Batistério, a Igreja de São Lorenzo, o Palácio Medici-Riccardi, o Palácio Vecchio, o Museu dos Uffizi, a Praça da República, o Palácio de Pitti, o PalácioStrozzi, o Museu de Sã Marcos, e muitos outros.
As suas ruas cheias de gente e ruídos, provocam no visitante uma atmosfera especial e uma sensação particular, não lhe permitindo desfrutar de todos os seus encantos históricos. Na catedral de Santa Maria das Flores ficamos surpresos com a magnífica cúpula do arquiteto Brunelleschi. Na Praça da Signoria, sentimos a estética florentina admirando as esculturas de “La Loggia dei Lanzi”, o “Perseo de Celline”, o “O Rapto das Sabinas”, de Giambologna. Vemos o que foi o Palácio do Governo dos Medici. A Fonte maneirista de Ammannati, que representa Neptuno, o Deus Romano do mar e que comemora as vitórias navais toscanas. Apreciamos, também, “a Campanille de Giotto, o Baptisterio, com as suas famosas portas de bronze, tão magníficas que Miguel Ângelo não duvidou em qualifica-las de “Portas do Paraíso”, a famosa ponte de Vecchio, obra de Neri di Fioravante, que remonta a 1345, formada por pequenas lojas construídas na Idade Média, onde se vendem joalharias, arte e recordações.
Florença, “A Divina”, situada entre as colinas do vale italiano do Arno, é um extraordinário repositório de arte, berço do Renascimento, terra de Leonardo da Vinci, Miguel Ângelo, Giotto, Dante e Machiaveli, que bem merece uma visita prolongada.
VIAGENS (lá fora): Florença, a divina
por JOÃO VIEIRA
11. Maio, 2013
As suas ruas cheias de gente e ruídos, provocam no visitante uma atmosfera especial e uma sensação particular, não lhe permitindo desfrutar de todos os seus encantos históricos. Na catedral de Santa Maria das Flores ficamos surpresos com a magnífica cúpula do arquiteto Brunelleschi. Na Praça da Signoria, sentimos a estética florentina admirando as esculturas de “La Loggia dei Lanzi”, o “Perseo de Celline”, o “O Rapto das Sabinas”, de Giambologna. Vemos o que foi o Palácio do Governo dos Medici. A Fonte maneirista de Ammannati, que representa Neptuno, o Deus Romano do mar e que comemora as vitórias navais toscanas. Apreciamos, também, “a Campanille de Giotto, o Baptisterio, com as suas famosas portas de bronze, tão magníficas que Miguel Ângelo não duvidou em qualifica-las de “Portas do Paraíso”, a famosa ponte de Vecchio, obra de Neri di Fioravante, que remonta a 1345, formada por pequenas lojas construídas na Idade Média, onde se vendem joalharias, arte e recordações.
Florença, “A Divina”, situada entre as colinas do vale italiano do Arno, é um extraordinário repositório de arte, berço do Renascimento, terra de Leonardo da Vinci, Miguel Ângelo, Giotto, Dante e Machiaveli, que bem merece uma visita prolongada.