Mergulhadores e entusiastas de museus de todo o mundo, uni-vos. O Museo Atlantico, o primeiro museu debaixo de água da Europa, inagurou por estes dias. Fica na Baia de Caloradas, na Praia Branca, em Lanzarote, e é o local de exposição das esculturas do artista Jason deCaires Taylor, já experiente nestes “terrenos”: foi ele o pioneiro nas exposições subaquáticas, com o seu museu submerso na costa de Cancún, no México. Para esta nova exposição, as esculturas foram feitas em cimento com Ph neutro, pelo que não irá prejudicar o ambiente circundante. Aliás, o material usado fomentará o desenvolvimento da fauna e da flora à volta das esculturas, tornando-se parte do museu.
Este museu estará distribuído por mais de 2500 m2, entre 12 a 15 metros de profundidade, protegido das correntes marítimas e acessível aos mergulhadores. Quando estiver completo, será composto por diversas instalações e mais de 300 esculturas. Entre as já inauguradas contam-se “Rubicão”, com um grupo de 35 figuras humanas a olhar para a mesma direcção, “The Raft of Lampedusa”, uma alusão à crise dos refugiados, “Jolateros”, uma referência aos barcos locais, e diversas esculturas mostrando a ligação entre o humano e a natureza e outras representado o impacto das tecnologias na vida moderna.
Juntando o maravilhamento da descoberta subaquática com a contemplação de obras de arte, esta deve ser uma experiência inesquecível!
VIAGENS (lá fora): Em Lanzarote, um museu debaixo de água
por Joana Sá Pinto
12. Jan, 2017
Mergulhadores e entusiastas de museus de todo o mundo, uni-vos. O Museo Atlantico, o primeiro museu debaixo de água da Europa, inagurou por estes dias. Fica na Baia de Caloradas, na Praia Branca, em Lanzarote, e é o local de exposição das esculturas do artista Jason deCaires Taylor, já experiente nestes “terrenos”: foi ele o pioneiro nas exposições subaquáticas, com o seu museu submerso na costa de Cancún, no México. Para esta nova exposição, as esculturas foram feitas em cimento com Ph neutro, pelo que não irá prejudicar o ambiente circundante. Aliás, o material usado fomentará o desenvolvimento da fauna e da flora à volta das esculturas, tornando-se parte do museu.
Este museu estará distribuído por mais de 2500 m2, entre 12 a 15 metros de profundidade, protegido das correntes marítimas e acessível aos mergulhadores. Quando estiver completo, será composto por diversas instalações e mais de 300 esculturas. Entre as já inauguradas contam-se “Rubicão”, com um grupo de 35 figuras humanas a olhar para a mesma direcção, “The Raft of Lampedusa”, uma alusão à crise dos refugiados, “Jolateros”, uma referência aos barcos locais, e diversas esculturas mostrando a ligação entre o humano e a natureza e outras representado o impacto das tecnologias na vida moderna.
Juntando o maravilhamento da descoberta subaquática com a contemplação de obras de arte, esta deve ser uma experiência inesquecível!